O nome dela é Leslie e assim como eu, tem dezoito anos. Nós namoramos há seis meses, mas praticamente crescemos juntos. Eu a conheço desde que ela tinha doze anos de idade e cheguei a achar que ela nunca ligaria para mim. Sempre foi uma estudante “top”, filha única de uma família católica. E nós dois somos virgens.
Quando começamos a ter mais intimidade, eu disse que gostaria de tocar seu corpo. Porém, ela dizia que seria um pecado fazer isto antes do casamento. Mas nós não podíamos nos conter. Um dia, voltando da praia no carro de meu amigo, nos sentamos no banco de trás e nos cobrimos com um cobertor. Ela deixou que eu desabotoasse seu sutiã e eu me senti no céu. Seus peitos eram macios e grandes, os mamilos dela estavam duros. Depois desse dia nós massageávamos e chupávamos os mamilos um do outro. A sensação era ótima e um dia cheguei a gozar em minhas calças quando ela estava me lambendo.
Depois disso começamos a nos tocar por baixo das roupas e a falar bastante em sexo. Encontrei um livro, “Os Prazeres do Sexo” e nós dois lemos juntos. Ela finalmente me deixou tirar a calcinha dela e olhar para sua boceta. Ela tinha bastante pelos, somente aparava os lados para poder colocar o biquíni. Eu comecei beijando suas coxas e lentamente me dirigi a sua vagina. Era minha primeira vez e eu lambi devagar e com carinho. Ela abriu seus lábios com as mãos para que eu pudesse colocar minha língua nela. Os pelos atrapalhavam um pouco e eu disse. Ela era quente por dentro. Gemeu e disse que era bom.
Eu pedi para fazermos sexo e ela respondeu que não podia, até que nos casássemos. Então continuamos a nos tocar e a gozar juntos. Um final de semana eu iria encontrá-la em casa, pois seus pais iriam viajar. Pelo telefone pedi que ela usasse somente uma blusa e uma saia, sem o sutiã e sem a calcinha. Ela respondeu que iria pensar no assunto.
Quando cheguei lá e começamos a nos amassar no sofá, ela me contou que tinha uma surpresa para mim. Eu percebi que ela estava sem sutiã, levantei sua blusa e comecei a chupar e beijar seus mamilos. Com a mão por baixo da saia, descobri que ela havia raspado todos seus pelos. Levantei sua roupa e pude ver aquela linda boceta em minha frente. Os lábios estavam inchados de tanta excitação e eu via o clitóris saindo para fora, tão grande, como se fosse um pequeno pênis. Eu comecei a fazer sexo oral, alternando entre enfiar a língua nela e chupar seu clitóris.
Ela estava gemendo e empurrando sua boceta em meu rosto. Enfiei meu dedo e encontrei o ponto G. A sensação era diferente, um pouco enrugado. Continuei chupando e apertando com meu dedo. Ela disse, ai não, assim vou fazer xixi. Se levantou de um pulo e correu para o banheiro. Quando ela voltou, me disse que não tinha conseguido fazer e que não sabia o que estava acontecendo, mas que era diferente de tudo o que eu tinha feito antes com meu dedo.
Ela se deitou novamente e eu continuei a fazer o mesmo, sentindo seu clitóris crescer em minha boca. Soltou um grito e puxou minha cabeça com força em direção a ela. Então todo este líquido saiu de dentro dela. Estava no meu rosto, em meu queixo e começou a melar o sofá. Ela puxou minha cabeça pelos cabelos e ficou ali, parada e ofegante. Ela disse que estava super sensível. Vimos o que tinha acontecido com o sofá e quase entramos em pânico. Mas com um tira-manchas conseguimos limpá-lo, para que seus pais não suspeitassem de nada.
Depois disso, eu ainda estava muito excitado. Até então, ela nunca tinha visto meu pau. Ela o havia sentido e me punhetado com as mãos dentro de minhas calças. Fiquei na frente dela e pedi para que eu tirasse minha calças. Ela obedeceu e eu mostrei minha ereção e as áreas mais sensíveis. Ensinei como ela deveria brincar com minhas bolas. Então ela começou a lamber, exatamente como o livro dizia. Meu pré-gozo estava melando a cabeça de meu pau e ela provou o sabor.
Então ela começou a chupar. Eu disse como ela deveria usar a língua e a boca e em um minuto eu estava pronto para gozar. Eu avisei e ela virou o rosto, enquanto me masturbava com a mão, até eu chegar ao orgasmo. Gozei muito e um pouco do esperma bateu em seu rosto. Eu pedi desculpas, mas ela disse que era bom. Passou um dedo pela bochecha, provou e depois colocou um pouco em minha boca. Era tão quente.
Ainda não fizemos sexo mas agora ficamos nus juntos, praticando sexo oral. Ela me deixa me masturbar em seus peitos, enquanto ela se toca e goza ao mesmo tempo. Tomara que eu consiga convencê-la a perder a virgindade logo.
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